
O INÍCIO
Banda de reggae de São Paulo formada em 2001 pelos músicos Marcelo Ataíde, Nick , Roger , Kitão, Jonny e Sandro, realizou vários shows no circuito de reggae de São Paulo e interior, por um período de um ano, culminando no lançamento do CD-demo ‘Sorriso do lagarto’, com três musicas dos componentes da banda.
Como é comum, por dificuldades iniciais de penetração no mercado e divergências de opiniões, a banda se desfez. Marcelo Ataíde porém decidiu levar adiante o projeto, deixando temporariamente a idéia de reinvestir no elenco da banda para uma linha de shows, tendo centralizado seu foco de atenção na elaboração de um CD de qualidade .


O PROJETO
Conhecedor de várias pessoas do meio, Marcelo Ataíde passou a escolher a dedo as composições do futuro CD, para materializar esse sonho de lançar algo inovador no meio reggae. Sem pressa e com muito critério foi se formando o conceito do CD. A seleção do repertório ficou excelente, trazendo músicas de Luís Vagner, Cacau Ganb, João Negão, Dionorina, além de Itamar Assumpção, com seu ‘Nego Dito’.

O CD
O trabalho das gravações teve início em abril de 2004, quando Gerson da Conceição (Mano Bantu) assumiu a produção musical do CD, juntamente com Marcelo Ataíde.
Colaboraram na gravação do CD alguns dos melhores músicos do cenário do reggae, como o baterista Perez Brasil , e o Guitarrista Nascimento. O disco contou ainda com as participações especiais da cantora Marion K, do percussionista Dinho Gonçalves, do rapper Preto Nando, e do trombonista Raul de Souza, que dispensa apresentações.
O CD, que passou a intitular-se “Ancestrais”, é composto de 12 faixas, nas quais unem-se o reggae-roots, o pop e rock’n’roll, mais umas pitadas de ritmos brasileiros e ‘dubs’ cheios de “surpresas” sonoras.
Com o intuito claro de tornar o som reggae da Jahbolô mais urbano, Marcelo Ataíde apostou na inovação, chamando para os vocais o cantor e professor de canto Lyba Serra, com claras influências de rock e MPB na voz.
Com a somatória dessas pessoas e fatores, o que se tem como resultado, é um disco muito refinado, com elementos rítmicos, melódicos e de timbres que levam o ouvinte a um prazer de sentir a mescla dos ótimos arranjos de Gerson da Conceição e Marcelo Ataíde.
Já as letras do CD falam claramente da necessidade de evolução interna das pessoas, de seus compromissos para com a natureza e a sociedade como um todo, e alguns “toques” do que pode ser feito pra se viver em comunidade sem agressões ou distorções de uma realidade já tão densa e estressante.
Há por exemplo, um sopro de alívio em ‘Amigos Voluntários’, que conclama as pessoas ao perdão, e ao mesmo tempo trás revolta e indignação pela estagnação do ser em ‘Revolution’, de João Negão. Sem dúvida, as letras do disco levarão as pessoas a pensar sobre si mesmas e o que elas pretendem dessa vida. Uma verdadeira pérola!


O SHOW
Com o CD pronto, Marcelo tratou de arregimentar músicos que “comprassem sua briga”. Após vários testes chegou-se à formação ideal, onde obviamente inclui-se a interação e o respeito mútuo dos músicos.
A Jahbolô é formada por:
Vocais: Lyba Serra
Teclado & vocais de apoio: Marcelo Ataíde
Teclado & vocais de apoio: Jorge Filho
Baixo & vocais de apoio: Roger Schultt
Guitarra: Attílio Negri
Bateria & vocais de apoio: Marcos Kid
Percussão: Carlinha |
Nesse seu show de estréia, a banda apresenta clássicos do reggae, como ‘96 degrees in the Shade’, do Third World, e uma ótima versão de “I shot the sheriff”, entre as músicas do CD “Ancestrais”.

A DIVULGAÇÃO
Foi dado o tiro de largada com a música “Nego Dito” de Itamar Assunpção, que está sendo trabalhada nas rádios. Sua veiculação começou em outubro, na Jah FM, de São Paulo, e negociações têm sido feitas para que se ampliem os horizontes da Jahbolô, tanto nas rádios como na contratação de importantes shows que ainda estão por vir.
Com o carinho que tem sido realizada cada etapa da banda, a certeza que se tem é que a Jahbolô têm muito a acrescentar ao cenário musical nacional. É esperar para ver.


|